terça-feira, 6 de setembro de 2011

5 motivos pelos quais as televisões estão virando computadores


Processadores dedicados, aplicativos e interatividade estão entre algumas das muitas evoluções da telinha.

Houve diversas conversas nos últimos meses sobre a Smart TV e o futuro da televisão como um todo. Para quem não está familiarizado, o conceito de Smart TV compreende um grupo de televisões que unem a função básica dos aparelhos, com o acesso à internet, acesso a conteúdo pessoal, instalação de aplicativos e diversos outros itens que melhoram a experiência de uso.


Como a televisão é um aparelho comum em praticamente todas as residências do mundo, não tardou para que a tecnologia de “multiuso” chegasse a ela. Da mesma forma que hoje vemos celulares que mais parecem computadores (os smartphones), as TVs também caminham a passos largos seguindo o mesmo rumo.
São diversas as características que já diferenciam as Smart TVs das habituais e ainda existem diversas outras por vir.

Hardware


Um dos principais itens que diferencia as TVs normais das Smart TVs é com certeza o hardware que elas possuem. Hoje é comum encontrarmos aparelhos com as mais diversas características que antes eram comuns somente aos computadores.
Essas características incluem conexões Wi-Fi ou via cabo, que possibilitam conectar a TV a uma rede domiciliar, entradas USB para acessar pendrives ou HDs externos e, até mesmo, televisores com processadores dedicados.
Exemplos de TVs com processadores já estão disponíveis no mercado, como os modelos Sony Bravia com processadores Atom, ou ainda os da Samsung e LG que possuem processadores ARM.


Sistemas Operacionais


Esse deve ser também o futuro campo da já conhecida briga entre Apple e Google. Ambas já possuem modelos lançados em algumas partes do mundo, mas prometem ainda muitas evoluções.
A Google TV, lançada no fim de 2010 nos Estados Unidos, ainda funciona mais como uma Internet TV (sistema que não possui aplicativos, mas possibilita completo acesso à internet). Contudo, já está em fase final de implementação o sistema Android Honeycomb para esses aparelhos. Dessa forma, as TVs terão acesso ao Android Market, da mesma forma que é feita nos celulares, e poderão instalar e executar milhares de aplicativos diretamente na televisão.


Os aparelhos que usam o sistema da Google ainda se resumem a alguns modelos da Sony e da Logitech. Eles possuem um processador Atom e permitem a ligação de mouse e teclado ao aparelho através de entradas USB.
Já a Apple TV apresenta um conceito um pouco diferente. No momento ela ainda é um receptor que pode ser acoplado externamente aos aparelhos de TV. O sistema possui um processador ARM, com acesso à Apple Store e ao iTunes.

 
(Fonte da imagem: Imagem projetada / Techuelx)

Já existem planos do lançamento de um aparelho de TV que carrega a marca da Maçã e que possuirá todas essas características internamente, sem a necessidade de um Settop Box funcionando em paralelo.


Lojas de aplicativos


Além dos sistemas descritos acima, a Samsung e a LG possuem modelos de Smart TV com uma vasta gama de aplicativos para elas, tanto pagos quanto gratuitos. Esses aplicativos se dividem em várias categorias, como jogos, programas educativos, informativos etc. Exemplos de programas disponíveis são:
  • Informação: Google Maps;
  • Jogos: Texas Holdem Poker;
  • Redes sociais: Facebook, Twitter;
  • Vídeos: Hulu, Netflix, Skype;
  • Educativos: Jogos e conteúdo infantil.



Todos os aplicativos podem ser controlados diretamente do controle remoto e reproduzem muito do que hoje observamos nos tablets e celulares.
Pelo lado dos desenvolvedores, a Samsung ainda promete que logo o sistema será integrado ao Adobe AIR 2.5 e terá o código aberto, o que vai possibilitar aos programadores desenvolverem diversos aplicativos para os televisores, adicionando-os à Samsung Store.


Conexão com as redes sociais


Esse conceito de TV social foca-se mais nos relacionamentos. Com a integração das redes, é possível conversar com seus amigos em tempo real através da televisão, compartilhar o que se está assistindo na rede, entre outras funções.
Um dos exemplos já vigentes dessa tecnologia é a integração da TV com o Facebook oferecida pela Telus nos Estados Unidos. No comercial da empresa no vídeo abaixo é possível ter uma ideia das possibilidades oferecidas pelo serviço.


Integração entre “smarts”


Hoje é comum as pessoas estarem mais “familiarizadas” com dispositivos smart. E quanto mais aparelhos puderem conectar, melhor será. Trocar informações entre um celular e um tablet, televisão e até mesmo uma geladeira deve ser o futuro.

 
(Fonte da imagem: Divulgação Samsung)

Essa tecnologia também favorece a liberdade de escolha. Dessa forma, será possível assistir ao programa que quiser na hora que for mais apropriada, fazendo com que a TV se adapte à rotina do telespectador e não o contrário, como acontece hoje.
Um exemplo dessa situação é a própria Netflix, que começou suas operações no Brasil há poucos dias. Por esse serviço, o usuário pode assistir ao filme de sua preferência quando lhe convir.
Todas essas mudanças ainda irão exigir uma grande evolução dos canais de TV da forma como os conhecemos. Ao dar liberdade ao telespectador de escolher assistir o que quiser, a hora que quiser, como os canais atuais sobreviverão? Mas isso é uma discussão para outro artigo...



domingo, 4 de setembro de 2011

Próxima versão do Ubuntu terá Linux 3.0 e Thunderbird

Sistema também terá novidades no desktop, na loja de aplicativos e na integração com redes sociais

Depois de toda a controvérsia que se seguiu ao lançamento do Ubuntu 11.04, de codinome "Nartty Narwhal", é difícil não ficar pelo menos um pouco ansioso à medida em que o lançamento da versão 11.10, de codinome "Oneiric Ocelot", se aproxima.
A nova versão começou a ser planejada em março, mas o "feature freeze" só aconteceu ontem, 11/08. Neste estágio do desenvolvimento, nada mais pode ser adicionado ao software: os novos recursos já foram definidos, e os desenvolvedores irão agora se concentrar na remoção de bugs e estabilização do sistema, até ele estar pronto para o lançamento em outubro deste ano.
Com isso, e três versões Alpha já disponíveis, podemos ter uma boa idéia do que esperar da próxima versão do Ubuntu. São cinco os principais destaques:
1. Linux 3.0
A versão Alpha 3 do Oneiric Ocelot já inclui o kernel 3.0.0-7.9, baseado na versão 3.0 do kernel oficial com patches específicos para o Ubuntu. Entre as principais mudanças, a mais notável ao usuário final serão drivers melhorados para chipsets de rede Wi-Fi.
2. Mudanças no desktop (de novo?)
Outra mudança no Alpha 3 é uma versão experimental do Compiz e da interface Unity, baseados no toolkit GTK3. Entre os principais recursos estão um novo alternador de tarefas (acionado com Alt+Tab) e melhor desempenho do lançador e dos painéis.
3. Thunderbird como cliente de e-mail
O software da Mozilla irá substituir o Evolution como cliente de e-mail padrão. O Thunderbird já fazia parte da distribuição, para fins de teste, há algum tempo, mas finalmente a decisão de torná-lo oficial foi tomada pela Canonical.
4. Ubuntu Software Center
A loja de aplicativos para o Ubuntu tem um novo modo de visualização, que lista em primeiro lugar os apps mais bem votados pelos usuários, tanto na página principal de uma categoria quanto em subcategorias. Com isso será muito mais fácil escolher o melhor software para uma tarefa.
O programa também permitirá que os usuários editem ou apaguem seus reviews de aplicativos, e ficou muito mais rápido durante a instalação de pacotes .deb distribuídos separadamente.
5. Redes sociais
O cliente de microblogs Gwibber (que se integra, entre outras, a redes como o Twitter) ficou mais rápido e terá uma nova interface, tirando proveito das mais recentes tecnologias do GNOME, dizem os desenvolvedores.
O Ubuntu 11.10 Alpha 3 já pode ser baixado no site oficial do projeto, mas ainda não está pronto para o uso diário. Recomendamos que quem quiser se aventurar e experimentar o sistema antes do lançamento aguarde a primeira versão Beta, que será lançada em 01/09, seguida por um segundo beta em 22/09. O lançamento da versão final está programado para 13/10.



Windows 8 terá suporte integrado para abertura de arquivos ISO

Será possível acessar imagens de disco como se fossem uma mídia removível

A maioria das novidades anunciadas para o Windows 8 envolve alterações cosméticas ou de usabilidade. A mais nova atualização do blog de desenvolvimento do sistema, porém, mostra uma novidade que não só facilita o uso do computador como também é um recurso técnico bem vindo: acesso direto a arquivos contidos em imagens de disco.
Imagens de disco, mais conhecidos pela sigla ISO, são arquivos que contém uma cópia de um disco, incluindo CDs e DVDs. Nas versões anteriores do Windows era preciso usar um programa para "montar" a imagem, para ele ser usado como se fosse um disco no computador, entre os programas do gênero, o mais famoso provavelmente é o DAEMON Tools Lite Em português Ouro No ranking semanal.




O formato é popular para distribuir softwares - legal ou ilegalmente - pela Internet e ganhou ainda mais força com o sucesso dos netbooks - que não possuem drive de CD ou DVD - e com as capacidades cada vez maiores dos discos rígidos.
No Windows 7 já era possível gravar (queimar) as imagens para um disco, mas agora no Windows 8 será possível acessar (montar) os arquivos dentro da imagem e utilizá-lo como se fosse um drive normal, sem a necessidade de passar a imagem para um disco.

Imagem ISO montada como drive
Imagem de disco "montada" aparece como um disco de DVD inserido no computador.

O recurso estará disponível no menu dinâmico do gerenciador de arquivos, Windows Explorer, ou então com um clique do botão direito do mouse. Depois de montado, surge um novo drive (dispositivo de armazenamento removível), inclusive com a opção de ejetar.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Processadores - O dicionário de A a Z


Dúvida sobre algum termo? Nosso glossário está recheado de informações para você saber tudo sobre os processadores.


A história dos processadores começa na década de 70, com o lançamento da primeira CPU x86. De lá para cá, muita coisa mudou. Novas empresas adentraram o mercado, tecnologias inovadoras apareceram, outros tipos de processadores foram desenvolvidos e muito mais.
E os acontecimentos não param por aí. A evolução dos processadores continua em um ritmo acelerado, tanto que é muito difícil acompanhar todas as novidades e saber o que cada novidade significa. Pensando nisso, o Tecmundo resolveu elaborar um dicionário para você ficar por dentro de quase tudo que existe no mundo dos processadores.
Nota: deixamos claro que não vamos abordar os termos com profundidade de detalhes, visto que a quantidade de informações é absurdamente grande.


Utilize o glossário abaixo para obter informações sobre o termo desejado.

386486586ACPAES
AM2AM2+AM3AM3+AMD
AMD64AMD 3DNow!AMD A-SeriesAMD C-SeriesAMD E-Series
AMD FX-SeriesAMD Z-SeriesAMD Turbo COREAPUArquitetura
ARMAthlonAtomAVXBobcat
BrazosBulldozerCacheCeleronCell
CentrinoClockCLMULCoreCorona
CortexCPUCyrixDeccanDesna
DieDual-CoreDuronExynosFM1
FM2FMAFP1FrequênciaFS1
FT1FT2FusionGeodeGPU
Hexa-CoreHuskyHyperTransportHyper-ThreadingIBM
IntelIntel 64Intel Core2Intel Core iIntel HD Graphics
Intel Turbo BoostIntel vProIntel VT-dIntel VT-xIvy Bridge
K5K6K8K10Komodo
LlanoLitografiaMagny-CoursMMXMódulo
Nanotecnologia de construçãoNVIDIANúcleoOcta-CoreOMAP
OntarioOpteronOverclockPentiumPhenom
PiledriverPlataformaPowerPCPPEProcesso de Fabricação
Quad-CoreQualcommRadeonRISCSamsung
Sandy BridgeSempronSnapdragonSoCSocket 754
Socket 939Socker 940Socket ASocket C32Socket F
Socket G34Socket S1SoqueteSPESSE
TDPTegraTexas InstrumentsThreadTransistor
Tri-CoreTrinityTurionUnderclockUVD
VIAVirgoVirtualizaçãoWichitaX64
X86XCGPUXeonXenonXOP
ZacateZambezi


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Kingston lança leitor de mídia USB 3.0


Produto com interface USB 3.0 proporciona até 5.0GB/s de velocidade de transferência de dados.

 
(Fonte da imagem: Kingston/Divulgação)

A Kingston acaba de lançar o Kingston Media Reader USB 3.0, um leitor de memória que permite fazer download de dados em menos tempo, tirando proveito dos benefícios oferecidos pela tecnologia USB 3.0.
O Kingston Media Reader USB 3.0 suporta diversos formatos de cartão, incluindo o mais recente SDXC de alta capacidade. Com a rápida tecnologia plug and play, a novidade oferece até 5.0GB/s de velocidade de transferência de dados para imagens de alta resolução e arquivos grandes, o que a torna ideal para produtores de vídeo, fotógrafos, designers gráficos e entusiastas que precisam de um dispositivo de transferência ágil e confiável de dados.  Além disso, ainda é compatível com USB 2.0.
“À medida que os cartões ganham cada vez mais capacidade e os arquivos ficam cada vez maiores, aumenta também a necessidade de transferências rápidas. Por isso, desenvolvemos um produto com essa característica. O fato de ser um equipamento pequeno e de combinar com diversos formatos de cartão, torna o produto ideal para ser usado em qualquer lugar”, declara Osvaldo Codato, diretor geral da Kingston.
O Kingston Media Reader USB 3.0 vem com um metro de cabo e é ideal para mover fotos, música, dados entre várias plataformas. O preço sugerido é de R$ 69,99.

Recursos

Indicador LED embutido e cabo USB 3.0 de 3cm
Portátil — tamanho pequeno, conveniente
Versátil — funciona com os seguintes formatos de cartão Flash:
• CompactFlash
– CF Tipo I (UDMA 0-6)
– CF Tipo II (UDMA 0-6)
• Secure Digital
– SD
– SDHC
– SDHC UHS-I
– SDXC
– SDXC UHS-I
• microSD
– microSD
– microSDHC
– microSDXC
• Memory Stick/M2
– Memory Stick
– Memory Stick PRO
– Memory Stick Duo
– Memory Stick PRO Duo
– Memory Stick M2

Especificações

  • Dimensões 3.66" x 2.07" x 0.63" (93.17mm x 52.68mm x 16.00mm)
  • Taxa de Velocidade* USB 3.0, velocidade de transferência de dados de até 5.0GB/s
  • Temperatura de Operação 32º a 140ºF / 0º a 60ºC
  • Temperatura de Armazenamento -4º a 185ºF / -20º a -85ºCSistema Operacional Compatibilidade: Windows 7, Windows Vista (SP1, SP2), Windows XP (SP3)
  • Garantia de dois anos


Novo sistema da Microsoft promete mais velocidade ao inicializar dispositivos


Registrado no ano passado, projeto possivelmente venha a integrar o Windows 8.

Logo Windows

A Microsoft solicitou ao serviço de patentes norte-americano o registro de um novo sistema chamado “Fast Machine Booting Through Streaming Storage”. Ela contempla um serviço de armazenamento por meio de rede e local, chamado pela Microsoft de camadas. O conjunto serviria para melhorar o sistema de boot de computadores, tablets e outros dispositivos.
O projeto foi submetido para registro em fevereiro de 2010 e com por meio dele, seria possível fazer a “transmissão” do sistema operacional para praticamente qualquer dispositivo com uma tela. O SO funcionaria com computação em nuvens, compondo uma espécie de ambiente virtual que disponibilizaria os recursos ao usuário conforme fossem solicitados (ou necessários).
Além disso, uma série de dispositivos de armazenamento seriam utilizados (tanto local, quanto remotos) de forma a criar o “disco rígido virtual”. Com isso, as “camadas” contendo o sistema operacional estariam imediatamente disponíveis ao usuário, em vez de ser preciso carregar e salvar o SO como uma imagem antes de sua execução.
A Microsoft afirma que com esse sistema qualquer aparelho seria capaz de inicializar de forma muito mais rápida – quase instantânea, mais precisamente. Ainda de acordo com a empresa, praticamente qualquer dispositivo com acesso a rede seria capaz de utilizar o sistema (computadores pessoais, servidores, notebooks, tablets, sistemas baseados em multiprocessamento, mainframes, minicomputadores etc.).
Por ora, o projeto foi registrado e não houve uma declaração oficial de quando entrará em aplicação. No entanto, em uma versão mais recente do Windows 8, já foram vistas funções com características semelhantes às citadas no sistema.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Microsoft cria blog para tratar do Windows 8

No mês de junho (2011), a Microsoft mostrou uma prévia do que pode vir a ser o Windows 8, sistema operacional que está sendo desenvolvido com foco em dispositivos com tela sensível ao toque, como tablets ou monitores equipados com esse recurso (embora possa rodar também em PCs “normais”). Para mostrar a continuidade deste trabalho, a Microsoft acaba de criar um blog sobre o Windows 8, disponibilizando inclusive uma versão em português do Brasil (e em outros idiomas):
É interessante acompanhar as notícias sobre o desenvolvimento do Windows 8 porque esta versão deve representar um verdadeiro “redesenho” da plataforma: apesar de o Windows 7 ser bastante diferente do Windows 95, por exemplo, o padrão de usabilidade de ambos é bastante parecido, assim como nas versões lançadas entre ambos. Não é por menos que a própria Microsoft afirma que “o Windows 8 reinventa o Windows”.

Tela inicial do Windows 8 – Imagem por Microsoft
Tela inicial do Windows 8 – Imagem por Microsoft

Embora a construção do Windows 8 ainda esteja nos primeiros passos, a Microsoft sabe que as mudanças propostas por este sistema precisam ser entendidas por criadores de software. Logo, ao tratar do assunto desde já, não somente com blogs, mas também com eventos – o Windows 8 será abordado na conferência BUILD, que acontece em setembro, por exemplo –, a empresa tenta fazer com que desenvolvedores de software comecem a se acostumar com a ideia.
Na verdade, com o blog e outras iniciativas de divulgação, a Microsoft tenta atender a expectativas não só de desenvolvedores, mas também de usuários – sejam eles corporativos ou entusiastas –. Em seu primeiro post, a empresa reconhece que tem gerado insatisfação por, até o momento, ter revelado pouco sobre o Windows 8, mas esclarece que esta atitude é uma forma de evitar o risco de prometer, mas não cumprir: “sem dúvida, aprendemos com as lições do passado sobre os riscos de falar sobre os recursos antes de estamos seguros de nossa capacidade de executá-los”.
Além do blog, a Microsoft criou também criou a conta @BuildWindows8 no Twitter para divulgar as últimas novidades sobre o assunto.

http://www.infowester.com/blog/microsoft-cria-blog-para-tratar-do-windows-8/